Em primeiro lugar cabe-me agradecer a honra de poder escrever neste recanto de parvoíce e reflexão. Espero conseguir, ou não, ser parva o suficiente para fazer jus à concessão que me foi dada.
Segundo o meu parvo preferido, este texto e esta publicação devem servir como rampa de lançamento e motivação para o meu projecto a solo, esse sim, nada parvo. Que isto de ser parvo tem as suas limitações e é só para alguns!
Ora bem, por esta altura, já terão ouvido ou lido, pois desde que existe a blogosfera cada vez se lê mais e ouve menos, os relatos de Nova Iorque e os seus prós e contras, na perspectiva de uma espécie do sexo masculino. Pois bem, para que a vossa percepção e análise não fique enviesada, vou-vos dar o relato do sexo oposto.
Começando pela opinião geral - Ninguém deveria passar a sua vida sem vir a Nova Iorque, e a avaliar pelo que vi, pelo menos duas vezes! Até à data de hoje não conheci ninguém que tenha cá vindo que e tenha gostado, ou sequer gostado apenas um pouco, a opinião é unânime e todos adoram.
Já viver aqui, talvez seja algo diferente. Por um período sim, mas não por uma vida, as razões encontrá-las-ão nos contras. Sem dúvida é uma cidade para visitar, e muito!
Começando pelos prós, iniciando o meu processo de optimismo de 2013:
Variedade e diversidade a todos os níveis - Uma das coisas que mais me impressionou é a facilidade com que NY e os seus milhares de lugares nos transportam para outras cidades e países, numa questão de segundos. Estamos na rua, à frente de um Bistro, e sentimo-nos em NY, mas assim que entramos parece que nos teletransportamos para Paris! Julgo que poucas cidades no mundo têm a capacidade de fazer isso. E assim sucede também com os vários bairros étnicos da cidade, e com tantas outras coisas.
História - Sempre me agarrei à ideia pré-concebida de que os EUA não têm história, mas quanto mais viajo por aqui mais me apercebo que há pouco de verdade aí. A história de um país ou de uma cidade não tem necessariamente que ser milenar e nem isso faz dos países ou das cidades, locais mais interessantes. NY está carregada de marcos históricos, alguns trágicos, como o World Trade Center, agora convertido em Memorial, que servem para nos lembrar o que de pior há no mundo e ensinarmos às gerações vindouras que há pessoas capazes de destruir e praticar o mal tão eficazmente que assusta, sendo necessário unir-nos para nos defendermos dessas pessoas. Foi em NY que assisti a uma criança perguntar perplexa à sua mãe "quem fez isto tão horrível?" ao que a mãe respondeu "bad people, who also exist in the world son". Já quanto à segunda pergunta, "why?", a mãe não conseguiu responder. Na realidade acho que ninguém consegue e foi uma das maiores angústias que senti em NY, mas que nos ensina. Ou seja, a história não se faz só de conquistas fenícias, de expansão romana ou de odisséias marítimas, a história fazêmo-la nós todos os dias.
A facilidade de movimentação. Caminhando alguns quarteirões chegamos a todo o lado e visitamos tudo. Claro que o alguns são muitos, mas ainda bem, porque com o que se come por ali, bem precisamos de andar.
Isto leva-nos para mais um pró, a qualidade da comida. É cara, e não há quase nada barato, com excepção dos hot-dogs da rua, mas esses estão cheios de monóxido de carbono dos geradores das roulotes, mas come-se muito muito bem, e de tudo. As minhas refeições preferidas foram os pequenos-almoços, sobretudo se incluir os ovos bennedict, tipicamente nova-iorquinos. Que me desculpem os senhores do H3, que detêm em Portugal os melhores hamburgueres na versão healthy fast food, mas depois de um bennedict em NY, os vossos ficam apenas com a designação de escalfados!
Tive algumas das melhores "refeições" da minha vida em NY: o melhor hambúrguer (Shake Shack), o melhor leitão (Aldea, do chefe luso americano George Mendes, que conquistou uma estrela Michelin), o melhor brunch (230th rooftop bar), melhor salada (Fig & Olive), melhor laywer cake (Little Cupcake Bakeshop), melhor sobremesa (Buddakhan), e poderia continuar até ao bacon do Craker Barrell and so on. É verdade que não existe comida típica nova-iorquina (talvez os hot-dog tenham sido inventados cá), mas tudo o que se come por aqui é bom. Aqui a sociedade do consumo funciona de uma maneira tão eficaz que se encarrega de eliminar o que não é bom ou apenas medíocre. O consumidor agradece. Embora nos contras irão encontrar o reverso da medalha no que respeita aos sítios muito bons.
Lojas, lojas, lojas e mais lojas. E quando pensamos que já acabou, vêm mais. Aqui, um pouco ao contrário da comida, há de tudo, e para todas as carteiras.
E quando pensamos que já acabámos e a carteira já foi demasiado espoliada, dizem-nos "vamos aos outlets que está tudo ainda mais barato por ser saldos".
Impostos baixos, que fazem com que um produto vindo da Europa possa ser mais barato cá. Este ponto deixou-me a pensar na estupidez que temos vindo a fazer no nosso querido Portugal, ao subir subir os impostos sobre o consumo, como que ignorando as leis econômicas, mas talvez seja melhor não ir por aí agora, já que estamos distraídos com NY.
Melhor merchandising do mundo. Tudo consegue ser transformado num produto excepcional e que dá vontade de comprar imediatamente. A loja da M&Ms é um exemplo, mas encontramos tantos outros que comprovam realmente que há oportunidade para se vender tudo.
Tudo pode ser reservado online, desde a simples mesa num restaurante, às entradas no 9/11 Memorial, aos museus, City Passes, etc. Acreditem que isto facilita imenso, sobretudo se estivermos a falar dos locais mais visitados ou requisitados.
24 sobre 24 - obviamente que a cidade e as pessoas dormem, e muito, mas a razão pela qual se diz que é a cidade que nunca dorme é porque realmente se pode fazer tudo 24 horas por dia, comer fora, ir às compras, ir ao ginásio, cortar o cabelo, arranjar as unhas. É deveras impressionante!
Passemos então aos contras
Chegada ao aeroporto vindo de um vôo internacional. A primeira fila de todas, e mais desesperante. Ninguém é muito simpático e olham para ti como potencial terrorista. Compreende-se depois do que passou, mas infelizmente, todos sabemos que não é com a atitude xenofoba que se vai impedir atentados.
As outras Filas. Sendo das cidades mais visitadas no mundo, há filas para tudo o que é lugar turístico. Felizmente aprendemos logo no primeiro dia e demos a volta à situação com o despertador a tocar de madrugada para estarmos às 8 em ponto nos locais e sermos os primeiros a entrar, e começamos a utilizar mais a internet para fazer reservas.
Mas há filas que não se conseguem evitar, e quando os locais estão na moda porque saiu um review no Times o na Time Out, ou porque apareceu num episódio do Sex and the City, é para esquecer. Tentámos ir ao Shake Shack na Broadway e havia mais fila que para o Centro de Emprego, tentámos comprar um Cupcake na Magnolia Bakery e mesmo com 8 graus negativos, as pessoas esperavam à porta para entrar. O Top of the Rock só com City Pass e reserva prévia. No MoMa, fomos valentes e acabamos no final da fila do outro lado do quarteirão, com centenas de pessoas à frente. Já para ver o Grito de Munch, não fomos tão valentes, pois teríamos que arranjar um problema diplomático com alguns países asiáticos, já que todos os japoneses, chineses e coreanos queriam tirar 50 fotografias de todas as perspectivas possíveis, enquanto nós, só conseguimos a lateral e muito pouco visível.
Trocos. Este é sim um problema grave. Se forem a NY, entrem num banco e troquem uns quantos USD por moedas de 25 cents. Não será fácil já que estas são as moedas mais desejadas, chamadas quarters, pois servem para tudo, carrinhos de supermercado, lavandarias, metro, etc etc etc. Mas caso não consigam estas preciosidades, os senhores taxistas e a maioria dos restaurantes vão sempre fazer um arredondamento simpático de 50 cents. Há taxistas que até andam mais uns 2 metros só para ver se aquilo passa dos 10 para os 10,50 e eles receberem na realidade mais 1 USD.
Simpatia. Esta não é uma característica dos nova-iorquinos e sente-se em todas as partes, sobretudo nos monumentos. Às tantas parecia que nos tínhamos alistado no exército, tal eram os decibeis com que gritavam: MOVE FORWARD PEOPLE!!!!
A disposição para ajudar também é pouca. Felizmente, a cidade está cheia de latino americanos, e esses sim compensam a falta de simpatia e disposição dos nova-iorquinos.
Segurança. Em excesso em todas as partes. Claro que é bom sentirmo-nos seguros, mas em pleno inverno ter que tirar gorro, luvas, casaco, cintos. Tudo e mais alguma coisa, para termos a vista do central Park, custa um bocadinho. O que me faz acreditar que talvez a coisa seja mais fácil no verão.
Arrogância. Ter um segurança, sem educação nenhuma, a gritar-te e depois ameaçar o teu marido e chamar-lhe maricas, não é muito agradável, sobretudo depois de teres pago muitos USD para entrar naquele sítio...
Preços nunca incluem impostos. É uma chatice mas acontece porque os impostos variam de estado para estado, e dentro do mesmo estado, de distrito para distrito. É preciso ter isto em consideração antes de escolher um sítio para comer.
Gorjetas. Uhhhhmmmm meus caros, existem para tudo. E se há locais que te sugerem o que dar, outros põem logo na conta. Contudo, quando não está incluído na conta, certifiquem-se que deixam pelo menos 15%, o que não os vai deixar contentes mas pelo menos não vos vão empurrar porta fora.
Brasileiros que não percebem Português. Meus caros, eu não tenho nada contra o Brasil, muito pelo contrário, mudava-me para lá amanhã e se fosse para o Rio, ia já hoje. Mas não consigo suportar que não entendam uma palavra do que nós dizemos. A cidade está cheia deles... Eu estive no México e todos os Mexicanos entendiam os Espanhóis que por lá andavam. Por isso não me venham dizer que é diferente. Quanto a mim, as companhias aéreas deviam aumentar o preço dos bilhetes do Brasil para NY para ver se limitavam o número destes brasileiros a ir para lá...
Julgo que aqui fica um bom resumo. Bom, mas nada melhor como irem lá para encontrarem vocês mesmos os vossos prós e contras!
Se precisarem de ajuda, por aqui estarei em breve com um projecto novo que será brevemente divulgado pelo meu parvo preferido :)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Coisas que me deixam confuso e preocupado – Parte II
Bem hoje não me apetece perder tempo, por isso vamos logo ao que não interessa para nada...ou seja a lista de algumas coisas que me deixam confuso e preocupado:
- O facto de o Sean Paul dizer o nome dele em todas as músicas, moda agora seguida por todos os cantores brasileiros e alguns portugueses…A sério malta? Isso é ridículo, o pessoal vai esquecer-se de vós na mesma ;)
- O Facto de a bandeira dos estados unidos aparecer em todos os filmes produzidos no referido país…Americanos fica um aviso – Nós conhecemos a vossa bandeira assim como a bandeira da maioria dos países ao contrário de vós que nem sabem identificar a Europa num mapa!!
Para quem nunca tomou atenção a
isso, na imagem seguinte fica um desses cúmulos…Vin Diesel salva o mundo e
salta de paraquedas…e como é o paraquedas? Como apresentado na foto!
E já agora, vocês não ganharam as
guerras todas, por isso façam lá uns filmes onde levem porrada em guerra ok?
Não façam só filmes onde são os heróis e salva o mundo…
- A produção da casa dos segredos – Como é que conseguem seleccionar tanto burro e outros animais de QI inferior a 70 para um único programa?
- Aquela desculpa de que se foi para a cama com outro (a) porque se estava com os copos…va lá malta, isso é praticamente impossível…só podem usar essa desculpa se realmente nunca o tentaram fazer…uma vez que movimento a mais implica vomitar e movimento a menos implica adormecer!!!
- O preço dos tinteiros – Líquido mais caro do mundo não? Ainda as pessoas se queixam do preço da Gasolina…acho que isso é um protesto ridículo comparado com o preço do litro de líquido dos tinteiros, que pegando num caso ao calhas é cerca de 2080€/L (Tinteiro Canon PG-510 Preto)…Porreiro pah!
- Pessoa que respondem muito alto a cenas óbvias – De certeza que todos já estiveram numa aula qualquer onde o professor está a fazer perguntas muito difíceis e 99% das pessoas não responde, umas porque não sabem outras porque têm medo de dizer asneira, mas naquele momento em que o professor pergunta algo do género (atenção o exemplo apresentado é completamente disparatado) “Então e isto é vermelho ou verde?” há logo um grupo de pessoas que responde muito alto…para que é isto? Para mostrarem que sabem cenas básicas? L
- Todos sentados do mesmo lado da mesa no quadro da última ceia – que se passava de tão interessante do outro lado da mesa para estar tudo virado para lá? Futebol? Gajas boas?....só pode ser uma dessas coisas!!!
- Aquele pessoal do benfas (ou Sporting) que passa mais tempo a falar do clube rival do que do próprio clube – Pessoal curem-se isso é uma doença grave e representa um complexo de inferioridade enorme…Se os outros são piores e não valem nada porque lhes dão tanta importância? Ou será tudo inveja do “sucesso” do clube adversário? Mas vá apesar de não fazer sentido nenhum eu percebo-vos, tuga que é tuga gosta mais de falar da vida dos outros que da dele…e depois projecta isso para o futebol!!!
Por hoje é tudo, amanha ou depois
há mais…não tenho muita paciência para escrever para o meu fraco publico!!! Mas como podem ver a minha é afectada por coisas realmente importantes...
Beijos e Abraços do vosso futuro
primeiro ministro
domingo, 20 de janeiro de 2013
Também tu Armstrong?
A queda de um deus…assim poderia
ser intitulada a recente entrevista de Lance Armstrong a jornalista americana
Oprah…também poderíamos falar em verdade da mentira, mundo de drogas,
desilusão, crime, etc etc…
No decorrer do dia de hoje,
18/01/2013, vi muita gente dizer que nunca gostaram dele, que sempre disseram
que ele se dopava etc etc, mas agora é muito fácil dizer isso não é? Quando ele
era um vencedor todos o adoravam, elogiavam, idolatravam, endeusavam entre
muitas outras coisas. Da minha parte estou relativamente a vontade para falar e
criticar, porque apesar de vibrar com as vitórias deste homem, quem me conhece
sabe que o meu ciclista de eleição sempre foi o Roberto Heras e posteriormente
o Alberto Contador, dois homens que também não apresentam um percurso “limpo”,
mas não é destes que quero falar hoje.
O Lance era um herói, faltou ao
respeito a todos os fãs de ciclismo? Sim faltou, mas também é uma falta de
respeito dizer que ele não passa de um drogado, aldrabão e que nunca gostaram
dele, é uma falta de respeito porque não conseguem admitir que falharam a
eleger o vosso herói e porque em tempos ele foi muito mais que isso para os
verdadeiros fãs de ciclismo, fazendo o sonhar tudo e todos, fez ansiar pela
chegada do próximo tour, principalmente os milhões de fãs que ele tinha, agora
já não existem nenhum desses fãs é? Não me parece!
Confesso que não consegui ver a entrevista
toda, porque apesar de ao longo dos últimos anos sempre ter defendido que todos
os ciclistas tomam substâncias proibidas, aquele primeiro YES a pergunta “tomou substâncias
dopantes para melhor a sua performance no ciclismo?” foi o confirmar de tudo,
foi o ruir da pouca esperança que ainda tinha de estar errado e foi o aparecimento
de uma lagrima no canto do olho…por isso por hoje não consigo ver mais, não
quero ouvir nenhuma explicação sobre nada, apenas quero acreditar que um dia a
postura dos ciclistas vai mudar.
Se mudei a minha opinião sobre
este homem? Talvez sim talvez não, continuo a acreditar que ele era o melhor e
que todos tinham acesso ao mesmo que ele teve, se não vejamos as coisas da
seguinte forma…O Tour são 23 dias, 21 etapas com dois dias de descanso pelo
meio, as etapas variam entre os 160 e os 220 km e são feitas em médias que
oscilam entre os 37km/h e os 45km/h…são todos super heróis? Só em filmes é que
há disso…Por outro lado como se explica que um ciclista que não consegue subir
a torre com os melhores do seu país (mal entrava em Seia ou na Covilhã e ficava
logo para trás) depois no Tour subia tudo com os melhores? Outro tipo de
treino? Hum não me parece…E depois ainda há aqueles dois irmãos que um deles
passa o ano a levar 15/20 minutos em todas as etapas de montanha e depois chega
ao tour e ganha…pico de forma? milagre? claro que não…
Por isso não vale a pena ver o
Armstrong como único criminoso, é tudo farinha do mesmo saco…ele errou, foi
apanhado e viu-se obrigado a admitir…é uma vergonha para a modalidade? Claro que
é, assim como os outros todos o são…
Por isto tudo e mais alguma
coisa, penso que está na altura de os ciclistas e as entidades responsáveis por
este desporto pensarem bem se vale a pena continuar com a modalidade nesta
maneira…
Deixo aqui algumas sugestões, que
não passam exclusivamente pelo combate ao doping, porque esse quanto a mim
parece-me impossível de combater…que tal diminuir os dias de prova? Diminuir a distância
das etapas? Diminuir as médias de velocidade impostas? Tem que se pensar, se
não qualquer dia a modalidade acaba e heróis como o Joaquim Agostinho vão cair
para sempre no esquecimento…
Beijos e Abraços do vosso futuro
primeiro ministro
Ps - Sabem o que é o manchester city faz quando quer comprar mais um jogador por 40/50 M? O Dono daquilo faz com que o preço do petróleo aumente uns centimos e problema resolvido!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Prós e Contras de New York
Local : Unknown
Posição: Fila 21 lugar B
Agora que regresso a casa, depois
de uma bela semana em NY (a cidade onde tudo pode acontecer) e visto ter cerca
de 6 horas de viagem tinha de escrever alguma sobre a cidade e decidi falar
sobre o melhor e pior da mesma.
Recomendo seriamente a quem
queira visitar esta cidade que esteja muito atento a este texto, ou então não,
porque provavelmente não irei dizer nada que se aproveite…
Começando pelo melhor:
- Jogo dos Knicks no Madison Square
Garden – Todas as pessoas deviam ter o direito de assistir a tal coisa, é um
espectáculo que vai muito para além do jogo, já para não falar que comi o
melhor hot dog da minha vida…sendo que tenho um defeito a apontar e um defeito
grande…as cheerleaders vão demasiado vestidas ;
- Pequenos almoços e Brunch –
Sonho de qualquer que pessoa que goste de enfardar muito e bem!!! Muitos ovos,
bacon, panquecas, cookies etc…É impossível resistir e não engordar uns
quilitos!;
(o nome do nosso pequeno almoço após a passagem de ano foi Hangover Breakfast...que nome mais bem conseguido para um pequeno almoço!!!)
- O facto das ruas terem como
nome números, facilita muito a orientação, o que dá muito jeito,
especialmente para os homens que tem como fama a sua grande tendência a
perder-se e a não pedir indicações a ninguém!!;
- Existe uma “personagem” a cada
canto, destaque para o naked comboy…que se apresenta de somente de cuecas em
times square a tocar guitarra, isto com temperaturas negativas, neve etc…não
sei se o gajo é estupido ou se é somente parvo!!!;
- A brasileira jeitosa que meteu
conversa connosco e que tinha ido passar o fim de ano sozinha a NY…ganda
maluca...se a tivessemos conhecido antes do fim de ano, podia ter passado o fim de ano comigo, mas pronto...a minha vida é assim, sempre a chegar tarde...!!!;
- A Loja da Victoria
Secret…desconfio que era capaz de viver naquela loja…só acho que as
funcionárias deviam vestir e andar a mostrar os produtos da marca ao vivo…
Depois tem tudo aquilo que já
ouviram falar bem milhares de vezes…mas eu como é óbvio estou mais interessado
nos aspectos negativos!!!
Contras:
- Taxistas – Cada viagem de táxi
é uma aventura…Além de desconhecerem por completo a cidade e termos que na
maioria das vezes indicar o caminho, conduzem muito mal (não ter um acidente é
pura sorte) e tem um cheiro muito característico, que é um cheiro digamos mau
:/…assim como é muito raro serem simpáticos e nem tentam falar de desporto com
os clientes...;
- Simpatia dos Americanos – São
exactamente como temos ideia deles…arrogantes, antipáticos e com uma mania que
ainda se tornam mais gritante quando percebem que somos estrangeiros, mas no
fundo não passam de uns básicos, com muita falta de inteligência…para terem uma
noção uma funcionária de uma loja disse o seguinte “Ah vêm cá muitos portugues,
do Brasil”…outra recusou-se a vender uma t-shirt para não ficar com poucos
trocos…se á primeira tenho a dizer, `”és burra” á segunda digo “és estúpida,
devias ter os clientes todos a querer 20 dólares com notas de 100 e assim nunca
vendias nada para nunca ficares com poucos trocos!!!” ;
- O Facto de quase que termos que
nos despir para entrar em qualquer atracção turística…tipo eu sei que há muita
gaja a querer ver-me despido, mas aquela gente é um abuso…;
- As constantes temperaturas
negativas…é ridículo, são tão bons e tão desenvolvidos e ainda não conseguiram
arranjar maneira de aquecer a cidade, ahaha fraquinhos!;
- As gorjetas…ter que dar sempre
entre 12 a 18% do preço de uma refeição custa muito…é que vendo bem dava para
outra pessoa almoçar!!! Chulos pah…já para não falar que os preços não têm as
taxas incluídas por isso tudo é mais caro do que parece á primeira vista!;
- Os museus…sim é muito giro ver
quadros do picasso, van gogh etc, esculturas e artefactos muito antigos entre
outra coisas, mas eu não sei apreciar nada disto, preferia ver um museu com
outro tipo de artes...arte do corpo feminino, arte do engate…coisas mais deste
género!;
- O facto de ficar do outro lado do Mundo...era gajo para ir lá todas as semanas dar umas voltinhas!!!;
Ah pensavam que isto ia ser a sério? epah vão mas é comprar o guia de NY ou ler as revistas de viagens!!! Era só o que faltava eu fazer algo de útil para vós!!!
Beijos e abraços do vosso futuro primeiro ministro
Ps - Talvez possam ver um texto a sério sobre NY um dia destes por este blog....mas xiuuu é Segredo!!!
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
“Desportos” que me deixam intrigado
Há uma série de pseudo desportos
que me deixam a pensar somente isto “porque é que esta merda é desporto?”, sem
mais demoras que a vida não está para perder tempo cá vai a lista desses coisos
a que chamam desporto:
1) Hipismo
– Este ainda por cima é modalidade olímpica, ainda se fosse nos jogos olímpicos
da zoofilia eu tentava perceber…andar a cavalo desporto, qualquer dia metem a
tourada como desporto olímpico também;
2) Corfebol
– Para quem não sabe é um “desporto” jogado por 8 elementos, 4 homens e 4
mulheres, o que por si só já é o suficiente para ser estranho e me deixar
intrigado, mas não fica por aqui…
·
É parecido com o basket mas não se pode driblar;
·
Pode-se passar por trás dos cestos (balizas) mas
não é hóquei;
·
Consiste em tentar acertar com a bola em cestos
de verga lançando de forma apanascada, isto claro se o defesa não estiver a
nossa frente com o braço levantado…;
·
A equipa é dividida em duas, uns atacam e outros
defendem, sendo que os atacantes não podem passar para o lado da defesa e vice
versa;
Epah podiam
fazer algo mais estranho se faz favor? Isto só é pouco…algo do género de meter os
árbitros a arbitrar sentados em motas…
3) Futebol
Australiano – Recomendo vivamente que observem um jogo disto e que tentem perceber
as regras, é quase tão difícil de perceber como um teste de calculo matemático
nível máximo!!! Esta coisa trata-se de
um “desporto” que quanto a mim foi baseado no Quidditch, se não vejamos:
·
É jogado num campo oval – vejam lá pelas imagens
se não é quase igual;
·
4 postes que fazem as balizas, mas não tem
traves nem redes;
·
Os equipamentos são rídiculos;
·
Pode-se jogar a bola com os pés e com as mãos;
4) Curling
– E aqui temos um grave problema…chamar desporto a algo que consiste em lançar
uma cafeteira no chão e depois ir esfregar o chão recorrendo a vassouras não
pode ser ser denominado desporto que é uma ofensa…quanto muito podem chamar
aquilo campeonatos de limpeza!!
5) Pedra,
Papel ou Tesoura – Existe mesmo, eu sei que é estúpido mas não estou a gozar,
se dá na Eurosport é porque lhe chamam desporto!!! Mas vejamos, qual é a cena
disto? Qual é a táctica? Um gajo pensa “Hummm ele já fez duas vezes tesoura e
duas pedra, de certeza que agora faz papel!!!” é isto é? Já agora será que há profissionais disto?
Ganhar a vida nisto deve ser porreiro…
Para quem não
acredita aqui vai um vídeo disto…
Então o
entusiasmo dos comentadores é brutal, frases como nota-se que os dois jogadores
estão cansados ou o jogador que ganhou fez o impensável são dignos de
comentadores de bola da tvi!!!
"Scissor
Tie! Tremendous Stuff!" – é impressão minha ou a possibilidade de empate
neste jogo é eleveda?
6) Golf
– Sim venha de lá essa elite do golf criticar-me por isto que se vai passar
agora…mas eu tenho que protestar o estatuto de desporto do golf!!!
Tipo nesta cena
anda um tipo a carregar os tacos tipo escravo, deslocam-se de carrinho de um
lado para o outro e tem a lata de chamar a isto desporto? Lá porque tem bola
não tem que ser desporto…já para não falar que quando inventarem um guarda
redes para o golf está tudo lixado!!!
7)
Para este meto só
o vídeo, não faço puto de ideia do que se trata…Fistball
Pah se querem inventar coisas
parvas mas de homem façam como estes que misturaram o futebol e volley com karaté…
Por hoje é tudo, beijos e abraços
do vosso futuro primeiro ministro!
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